Blog PELEJAS
em 04/03/2011

 

tabu

O maior período que o Santos ficou invicto em jogos contra o Corinthians foi entre 3 de novembro de 1957, curiosamente quando a equipe de Parque São Jorge conquistou a Taça dos Invictos ao obter o empate no último minuto da partida que acabou 3 a 3, e 10 de dezembro de 1967. Foram ao todo 22 jogos pelo Campeonato Paulista em 11 anos. A ficha técnica do dia da “Queda do Tabu” foi:

Data: 6 de março de 1968

Corinthians 2 x 0 Santos

Motivo: Primeiro Turno do Campeonato Paulista

Estádio: Pacaembu

Juiz: Roberto Goycochea (Argentina)

Renda: NCr$ 153.390,50

Gols: Paulo Borges aos 13’e Flávio aos 31’do Segundo Tempo

Corinthians: Diogo, Osvaldo Cunha, Ditão, Luís Carlos, depois Clóvis e Maciel; Édson Cegonha e Rivelino; Buião, Paulo Borges, Flávio e Eduardo. Técnico: Lula.

Santos: Cláudio, Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Joel, depois Oberdã e Rildo; Lima e Negreiros; Kaneko, Toninho, Pelé e Edu. Técnico: Antoninho.

 

por: José Renato

em 02/03/2011


Cerro

Ao longo de suas 33 participações o Cerro Porteño  foi eliminado ainda na primeira fase, em mais da metade das vezes, ao todo em 17 oportunidades. Sendo que em 2008, sequer da fase preliminar passou. Desde 1999, quando chegou às semifinais, o Cerro teve 8 participações com campanhas bastante discretas. Além disso, o Cerro jamais chegou a uma final.

O melhor que conseguiu foi chegar às semifinais, o que aconteceu por 5 vezes. Em 1973, após eliminar o Olímpia, Sporting Cristal e Universitário, foi eliminado pelo Colo Colo.

Já em 1978 foi eliminado pelo Deportivo Cali. Em 1993 foi eliminado pelo São Paulo, que seria o campeão daquele ano, aliás, esta foi a única vez que a equipe paraguaia foi eliminada nas semifinais pela equipe que conquistaria o título. Por fim, em duas edições consecutivas, em 1998 e 1999, o Cerro Porteño chegou às semifinais, sendo eliminado pelo Barcelona de Guayaquil e Deportivo Cali respectivamente, ambos não conquistaram o título. Jogou 249 partidas, venceu 91, empatou 72 e perdeu 86. Marcou 332 gols e sofreu 328.

33 edições disputadas

- 1962: 8° colocado (10 equipes participantes)
- 1964: 7° colocado (11 equipes participantes)
- 1967: 14° colocado (19 equipes participantes)
- 1969: 5° colocado (17 equipes participantes)
- 1971: 12° colocado (21 equipes participantes)
- 1972: 13° colocado (20 equipes participantes)
- 1973: 4° colocado (19 equipes participantes)
- 1974: 10° colocado (21 equipes participantes)
- 1975: 21° colocado (21 equipes participantes)
- 1978: 5° colocado (21 equipes participantes)
- 1980: 12° colocado (21 equipes participantes)
- 1981: 15° colocado (21 equipes participantes)
- 1985: 9° colocado (21 equipes participantes)
- 1988: 13° colocado (21 equipes participantes)
- 1990: 12° colocado (19 equipes participantes)
- 1991: 7° colocado (21 equipes participantes)
- 1992: 6° colocado (21 equipes participantes)
- 1993: 4° colocado (21 equipes participantes)
- 1994: 20° colocado (21 equipes participantes)
- 1995: 9° colocado (21 equipes participantes)
- 1996: 10° colocado (21 equipes participantes)
- 1997: 17° colocado (21 equipes participantes)
- 1998: 4° colocado (23 equipes participantes)
- 1999: 4° colocado (23 equipes participantes)
- 2000: 16° colocado (34 equipes participantes)
- 2001: 9° colocado (34 equipes participantes)
- 2002: 17° colocado (34 equipes participantes)
- 2003: 14° colocado (34 equipes participantes)
- 2005: 9° colocado (38 equipes participantes)
- 2006: 20° colocado (38 equipes participantes)
- 2007: 25° colocado (38 equipes participantes)
- 2008: 38° colocado (38 equipes participantes)
- 2010: 31° colocado (40 equipes participantes)

por: José Renato - Equipe PELEJAS

em 28/02/2011

Choque rei

O Clássico Choque-Rei, nome dado pelo jornalista Thomaz Mazzoni, já foi disputado 291 vezes. Até o momento o São Paulo leva uma pequena vantagem com 103 vitórias, apenas 9 a mais que o Palmeiras, sendo 94 empates. O São Paulo marcou 387 gols e o Palmeiras 373.
Dentre estes jogos algumas goleadas aconteceram, das quais relembraremos duas delas:

1981, o Palmeiras estava no meio de uma grande crise e tinha disputado no primeiro semestre a Taça de Prata, a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

Já o São Paulo, que era o atual campeão paulista, estava com a força total e estava formando o time que seria bicampeão paulista, resultado, o São Paulo aplicou uma incrível goleada sobre o Palmeiras...foi um verdadeiro show tricolor, uma peleja para não se esquecer!!!

Eis a ficha técnica:
Data: 4 de outubro de 1981
São Paulo 6 x 2  Palmeiras
Local: Morumbi
Público: 31.799
Árbitro: Oscar Scolfaro

Gols: Everton aos 26’ e Aírton (contra) aos 39’ do Primeiro Tempo; Mário Sérgio aos 13’, Renato aos 15’, Serginho aos 20’, Paulo César aos 22’, Mário Sérgio aos 24’ e Enéas aos 32 do Segundo Tempo.

São Paulo: Waldir Peres, Getúlio, Oscar, Gassem e Aírton; Almir, Renato e Everton; Paulo César, Serginho, depois Tatu, e Mário Sérgio. Técnico: Formiga

Palmeiras: Gilmar, Benazzi, depois Jaime Boni, Luís Pereira, Deda e Pedrinho; Vítor Hugo, Célio e Aragonés, depois Esquerdinho; Reginaldo, Enéas e Marquinho.

Técnico: Jorge Vieira.

Mais de 10 anos depois o São Paulo era o atual campeão brasileiro e estava formando a equipe que conquistaria o seu primeiro título mundial. O verdão vivia o começo da era Parmalat e não teve pena do Tricolor ao aplicar um incrível e na época, surpreendente 4 a 0.

Eis a ficha técnica:
Data: 8 de março de 1992
Palmeiras 4 x 0 São Paulo
Local: Morumbi
Público: 20.947
Árbitro: Oscar Roberto Godoy

Gols: Evair aos 23’, Andrei aos 27’ e Edu Marangon aos 34’ do Primeiro Tempo; Evair aos 12 do Segundo Tempo.

Palmeiras: Carlos, Marques, Tonhão, Andrei e Dida; César Sampaio, Daniel Frasson, Luís Henrique e Edu Marangon; Jorginho e Evair, depois Amaral. Técnico: Nelsinho Baptista

São Paulo: Zetti, Cafu, Antônio Carlos, Ronaldo e Nelsinho; Sidnei, Palhinha e Raí; Macedo, depois Cate, Gilmar, depois Suélio, e Elivélton. Técnico: Telê Santana

Confira todas as fichas técnicas de São Paulo x Palmeiras

por: José Renato - Equipe PELEJAS

em 23/02/2011


Flu

Entre as equipes brasileiras que participam desta edição da Taça Libertadores, o Fluminense é o único que ainda não foi campeão. Em toda história o Fluminense apenas participou de três edições. Em 1971 e 1985, a equipe carioca foi eliminada ainda na primeira fase.

Em 1971, o Fluminense participou de um grupo com o Palmeiras e as equipes venezuelanas do Deportivo Itália e Deportiva Galícia. Após 4 vitórias nas 4 primeiras rodadas, a equipe carioca foi surpreendida, em pleno Maracanã, para o Deportivo Itália, por 1 a 0, a mesma equipe que havia sido goleada por 6 a 0 em Caracas pelo Tricolor. Este resultado foi tão desolador que uma semana depois, uma nova derrota, também no Maracanã, desta vez para o Palmeiras, por 3 a 1, definiu sua eliminação.

Já em 1985, em seis partidas disputadas, o Fluminense não venceu uma sequer, foram 3 empates e 3 derrotas, e só não ficou na lanterna do seu grupo, pois o outro representante brasileiro, o Vasco da Gama fez uma campanha ainda pior. Em tempo a vaga foi conquistada pelos Argentinos Juniors que seria, posteriormente, o campeão daquela edição.

Em 2008, o Tricolor fez uma campanha invejável, chegando a eliminar o São Paulo, em partida dramática, nas quartas de finais, e o Boca Juniors, pelas Semifinais. Na final, acabou caindo frente a LDU do Equador e ficou com o vice campeonato. Foram 26 partidas disputadas, 13 vitórias, 5 empates e 8 derrotas. Marcou 46 gols e sofreu 26.

3 edições disputadas:
- 1971: 7° colocado (21 equipes participantes)
- 1985: 17° colocado (21 equipes participantes)
- 2008: vice-campeão (38 equipes participantes)

por: José Renato - Equipe PELEJAS

em 21/02/2011

Evair

Hoje faz aniversário um dos maiores atacantes do futebol brasileiro, Evair. Ele nasceu em 21 de fevereiro de 1965. Surgiu no Guarani quando foi vice-campeão brasileiro de 1986, vice-artilheiro do brasileirão.

De Campinas, partiu para Bérgamo na Itália, onde jogou pelo Atalanta. Voltou ao Brasil em 1991 onde fez história no Palmeiras, e conquistou as pelejas dos campeonatos paulistas e os brasileiros de 1993 e 1994. Foi um dos grandes injustiçados pela não convocação para participar da Copa do Mundo de 1994.

Foi para o Japão, jogar no Yokohama Flugels e quando todos pensavam que ele se encaminhava para um fim de carreira, voltou ao Brasil. Foi campeão brasileiro em 1997 pelo Vasco da Gama, da Libertadores em 1999 pelo Palmeiras e campeão paulista pelo São Paulo em 2000.

por: José Renato Sátiro Santiago Junior/Equipe Pelejas

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