Blog PELEJAS
em 02/11/2013

O Estádio do Pacaembu nos remete às lembranças de quando São Paulo era a terra da garoa, de quando era uma cidade romântica, em que não havia tanta correria, estresse, trânsito, poluição.

O Pacaembu é um estádio único. Assistir a uma partida de futebol no Pacaembu é como assistir a um balé no Teatro Bolshoi, uma luta no Coliseu, uma exposição no Louvre, uma missa na Basílica de São Pedro.

O Pacaembu é história viva, é tradição, é paixão, é emoção. Esse é um ideal que todos os torcedores paulistanos compartilham. Na verdade, o Pacaembu não é um gigante sem dono. Ele é um gigante de que todos nós somos donos.

O Museu do Futebol não poderia ser construído em nenhum outro lugar senão no Pacaembu, pois o próprio estádio é um museu, que conta boa parte da história do futebol brasileiro. Estádio com alma própria, que viu o rei do futebol marcar 115 gols em 119 jogos.

O Pacaembu é a casa de todos os paulistanos que gostam de futebol. Ele é um símbolo arquitetônico da cidade de São Paulo. Nenhuma das novas "arenas" erguidas no Brasil se compara à beleza desse estádio. A mística do Pacaembu é uma coisa que só ele tem e que jamais "arena" alguma terá.

O Pacaembu vive no coração e na mente de cada torcedor e cidadão paulistano. Ele é eterno, intocável, imaculável.

por: Eduardo Vasco

em 11/09/2013

A camisa do Corinthians não surgiu alvinegra como muitos pensam. O primeiro uniforme do time foi bege, que era uma homenagem ao clube no qual foi copiado o nome, Corinthian da Inglaterra, time que fez uma excursão ao Brasil em 1909 e jogou contra a Ponte Preta. Hoje o time brasileiro se tornou maior que o homenageado inglês, pois o clube deixou de ser profissional após cair para a quinta divisão do campeonato da Inglaterra.

A cor bege não durou muito tempo, pois o Corinthians era um clube de operários e os uniformes eram costurados a partir de sacos de farinha reaproveitados. Percebeu-se que após as primeiras lavagens ele perdia a cor, então os organizadores resolveram assumir o branco. Isso aconteceu ainda em 1910, ano de fundação do clube.

Somente em 1954 o time criou o segundo uniforme preto com listras brancas,  e desde então não mudou muito essas características.

O Corinthians utilizou uniformes especiais em alguns jogos.

Em 1949 usou uma camisa grená em homenagem à delegação do Torino da Itália, que morreu em um acidente de avião.

Em 1969 a equipe teve que atuar com um uniforme improvisado listrado em amarelo e preto. Esse fato aconteceu em Lima no Peru, em um jogo amistoso contra o Universitário. O time da casa possuía também uniforme branco e não tinha condições de modificar seu vestuário.

Antes disso em 1965 num amistoso contra o Arsenal da Inglaterra, o clube representou o Brasil em um amistoso contra a Inglaterra, por isso utilizou a cor azul.

Hoje essas cores são homenageadas nos terceiros uniformes da equipe. Por exemplo, em 2012 o clube utilizou a cor grená para relembrar a história de 1949, e em 2013, quando utilizou a cor azul, para lembrar o dia que representou a Seleção Brasileira. Também já utilizou o roxo e o branco com listras douradas para o aniversário de 100 anos.


por: http://www.futfanatics.com.br/

em 03/09/2013

Apesar de o mundo todo estar acostumado a ver o Brasil jogando de amarelo ou azul, a seleção começou sua história utilizando branco, no primeiro jogo de um time organizado como seleção que foi disputado em 1914 contra a equipe inglesa Exerter City.

Na primeira competição oficial, o Campeonato Sul-Americano de 1916, na Argentina, o Brasil entrou em campo com um uniforme verde e amarelo em listras verticais, esse uniforme só foi usado mais uma vez na disputa da Taça Roberto Cherry em 1919.

Na segunda edição do Campeonato Sul-Americano em 1917 – primeira competição que a seleção era controlada pela extinta CBD (Confederação Brasileira de Desportos) – o Brasil voltou a usar branco e nos jogos contra Chile e Uruguai o Brasil jogou de vermelho, pois perdeu o sorteio e teria que usar outro uniforme, já que essas equipes já utilizavam uniformes brancos.

Entre os anos de 1917 e 1918 havia dois selecionados representando o Brasil, um controlado pela CBD e outro que era organizado por alguns donos de clubes, por isso nesses anos houve dois tipos de uniforme diferentes. Em uma excursão pela Argentina e Uruguai entre os anos 1917 e 1918, o selecionado brasileiro utilizou um uniforme branco com uma listra verde e amarela no peito (como as faixas do uniforme do São Paulo FC).

Com o time unificado a seleção não mudou a cor do uniforme até a copa de 1938. Em um jogo contra a Polônia o Brasil utilizou pela primeira vez a cor azul, inclusive esse uniforme era todo azul, camisa e calção (as meias só ficaram obrigatórias após a Copa de 1950).

Na Copa do Mundo no Brasil em 1950, a seleção utilizou o branco pela última vez, após a derrota para os uruguaios no Maracanã, a seleção por superstição aposentou o branco.

A cor adotada em seguida foi o azul, que durou até a copa de 1954, ou seja, ele foi utilizado em amistosos e no Campeonato Sul-Americano de 1953. Para a copa na Suíça a CBD fez um concurso para que a população escolhesse a cor da próximo uniforme brasileiro. O vencedor foi o gaúcho Aldyr Garcia que sugeriu o uniforme que ficou conhecido como canarinho, camisa amarela com o calção azul e meias brancas.

A amarelinha foi utilizada até a final da copa de 1958, jogo contra os donos da casa Suécia, que também utiliza a cor amarela, foi realizado um sorteio onde os suecos ganharam, portanto o Brasil teria que utilizar o segundo uniforme, o levado para aquela copa foi o branco, porém a memória do Maracanazzo ainda vivia na cabeça dos jogadores, então foi comprado um conjunto de camisas azuis e bordado os números e escudos à véspera do jogo. Pode ou não ser questão de sorte, mas o primeiro título aconteceu de azul (a mudança da cor veio com uma sugestão do Zagallo que na época ainda era jogador).

O Brasil jogou outros jogos de azul, porém não mudou mais a cor do uniforme, o número um é amarelo e o dois ficou com azul, e calções azuis e brancos. Atualmente todas as partes de uniformes precisam ser diferentes, por isso vemos a seleção jogar com o calção branco quando utiliza camiseta amarelo.

A partir desse momento a camisa da seleção não mudou mais, e foi cinco vezes campeão do mundo, e Zagallo esteve presente em todas as conquistas, seja como jogador, como técnico ou como membro da delegação. Já superamos a cor branca, agora todos nós esperamos que a seleção supere a aposentadoria do Velho Lobo.

Nós encontramos muitos modelos de camisas do Brasil e de muitas seleções do mundo na loja Futfanatics. Fizemos uma boa pesquisa de mercado e o atendimento é ótimo e eles vendem somente produtos originais. Recomendamos a visita.

por: http://www.futfanatics.com.br/

em 26/08/2013

O primeiro jogo da história do Palestra Itália contra o Savóia de Votorantim, vitória dos estreantes por 2 x 0. O fato que cria discussões até hoje é a cor do uniforme desse jogo, pois muito dizem que o Palestra jogou de azul, porém segundo o site oficial do Palmeiras já utilizava a cor verde, branco e vermelho (cores da bandeira da Itália). Esse jogo aconteceu em 1915.

Um ano depois do primeiro jogo o Palestra Itália estreia no campeonato paulista, para isso adotou um novo uniforme ainda verde, porém os detalhes vermelhos foram tirados e a camisa ganhou golas brancas e uma faixa branca no centro da camisa. O escudo que era somente as letras “P” e “I”, utilizado no ano anterior, deu lugar a cruz de Savóia (símbolo da família real italiana).

Em 1917 ouve nova mudança no escudo, a cruz de Savóia deu lugar às letras “P” e “I” que voltaram modificadas. Elas eram bordadas em verde, dentro de um triângulo da mesma cor.

Somente em 1918 a camisa do palmeiras passou a ser toda verde com o escudo bordado em branco e o triângulo virou um circulo, as golas e punhos também eram brancos. E ficou dessa forma até 1942, quando o Brasil entrou na segunda guerra, e o clube teve que mudar de nome, foi batizado como Palmeiras. As cores ainda ficaram a mesma e o escudo era apenas “P”.

 

O escudo se transformou no que conhecemos em 1959. Desde então o clube não fez grandes alterações, apenas algumas homenagens a títulos antigos, e em 1993 o clube estreitou um uniforme em verde claro, com listra brancas verticais finas.

por: http://www.futfanatics.com.br/

em 21/07/2013

A Supercopa Sul-Americana foi criada com a ideia de reunir os então campeões do Mundial Interclubes. Estes eram o Peñarol (Uruguai), Santos (Brasil) e Racing (Argentina). Com uma boa repercussão, a Conmebol entrou em contato com a UEFA, que também realizou seu torneio, contando com a participação de Real Madrid e Inter de Milão (os europeus que até então haviam se coroado campeões mundiais). Mas, com a desistência da equipe merengue, coube à Internazionale representar a Europa nesse desafio intercontinental.

 Mas a zona sul-americana teria que ter um torneio para definir seu representante. Torneio que começou em novembro de 1968, e teve duração até maio de 1969. A primeira partida foi entre Peñarol e Racing, em que a equipe uruguaia venceu por 3 a 0. Na semana seguinte, foi a vez da estreia do Santos, que bateu o Racing por 2 a 0, gols de Pelé e Edú.

 No Maracanã, o time da Vila Belmiro teve pela frente o Peñarol. Até aquele momento, as duas equipes eram as melhores da América, e duelos emocionantes já haviam entrado para a história. Para aquele jogo, o Peñarol entrou em campo com alguns dos grandes jogadores que a América do Sul tinha na época: Mazurkiewicz, Pablo Forlán, Figueroa, Caetano, Nestor Goncalves, Pedro Rocha, Abbadie, Alberto Spencer e Juan Joya. O Santos (que tinha Carlos Alberto, Ramos Delgado, Rildo, Lima, Clodoaldo, Edu, Toninho Guerreiro e Pelé) venceu por 1 a 0, gol de Clodoaldo.

Já no ano seguinte, em abril de 1969, o Santos visitou o Racing em Avellaneda e venceu por 3 a 2. O Racing também tinha uma ótima defesa, com o goleiro Cejas (que depois jogou no Santos) e os zagueiros Perfumo e Alfio Basile.

Três dias depois, o Santos foi à Montevidéu, e tomou uma surra do Peñarol, perdendo por 3 a 0, dois gols de Pedro Rocha. O Santos não jogaria mais e a última partida do campeonato seria entre Racing e Peñarol, que ainda estava vivo na competição. Restava ao time da Vila torcer para os argentinos ao menos empatarem com os uruguaios, que o Santos sagraria-se campeão. E foi o que aconteceu. No dia 22 de maio, Racing e Pañarol empataram em 1 a 1 na Argentina. O Peñarol chegou a sete pontos. O Santos tinha nove. O Alvinegro Praiano conquistou a zona sul-americana. Mas teria que enfrentar a Inter de Milão na final intercontinental.

 O grande jogo foi realizado no dia 24 de junho de 1969, em Milão. A equipe da casa era a base da seleção italiana. Foi uma prévia do que aconteceria um ano mais tarde, na Cidade do México.

 A Internazionale não pôde contar com o grande zagueiro italiano Giacinto Facchetti e o espanhol Luis Suárez. O sistema de jogo da Inter era o conhecido catenaccio (marcação rígida e contragolpe fatal), enquanto o Santos priorizava o bom toque de bola e fomentava o individualismo de seus craques.

 O Santos foi a campo com Cláudio (Laércio); Carlos Alberto, Ramos Delgado, Djalma Dias e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Pelé, Edú, Toninho e Abel.

 O primeiro tempo no Estádio Giuseppe Meazza, foi mais para as equipes se estudarem. Mas no segundo tempo, o Peixe, dirigido pelo treinador Antoninho, mostrou agressividade e chegou ao gol - o único da partida - aos 12 minutos. O goleiro Bordon não conseguiu segurar o petardo disparado por Pelé em cobrança de falta, no qual Toninho Guerreiro pegou o rebote para definir pro fundo da rede.

O time italiano se lançou ao ataque, o que deu oportunidade para o Santos ter espaços e chances de gol, salvadas por Bordon. A Inter ainda mandou uma bola no travessão no finalzinho do jogo, mas a grandiosa atuação de Pelé e dos atacantes Edú, Toninho e Abel proporcionou ao Santos a glória intercontinental.

A Supercopa Sul-Americana ainda teve mais uma edição, em 1969, na qual também entrou na disputa o Estudiantes de La Plata, campeão mundial em 1968. Desta vez, quem ficou com o título foi o Peñarol. Título que veio no dia 30 de dezembro de 1969, na vitória sobre o Estudiantes, na Argentina.

Na Europa, as equipes de Real Madrid, Internazionale e o Milan - campeão mundial em 1969 - participariam da eliminatória, que nunca ocorreu. Portanto, não houve uma final intercontinental. O desinteresse das equipes europeias foi o principal motivo da competição acabar. Em 1970, teria uma terceira edição da Supercopa Sul-Americana, mas essa nem começou. Era o fim de um torneio que tinha sim uma repercussão na imprensa e nos torcedores, mas que acabou no esquecimento.

Taça da Supercopa Sul-Americana de 1968,

no museu das conquistas do Santos FC (arquivo pessoal)

por: Eduardo Vasco (Equipe PELEJAS.com)

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