Blog PELEJAS
em 14/04/2011

 

Na semana do aniversário de 99 anos do Santos Futebol Clube, é sempre bom relembrar a história desse time que proporcionou ao mundo inúmeros espetáculos de gala quando entrava nos mais variados palcos de futebol.

O Santos Futebol Clube foi fundado em 14 de abril de 1912 na cidade de Santos-SP, onde está localizada a sua sede.

Eleito pela FIFA como o melhor clube das Américas do século XX, é o único clube brasileiro a conquistar num mesmo ano (1962), um título estadual, um nacional, um continental e um mundial.

Santos Campeão Mundial de 1962

             Em pé da esquerda para a direita- Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gilmar e Mauro.

             Agachados - Dorval, Mengálvio,Coutinho, Pelé e Pepe.

 

Com a ajuda de Pelé, na década mágica de 1960, o Santos apresentava-se em quase todo o planeta, sempre encantando os torcedores com o futebol mágico de seus craques. Formou um ataque fantástico e arrasador : Dorval, Mengávio, Coutinho, Pelé e Pepe. Nesse período, o Santos foi Bicampeão Mundial Interclubes (1962/1963), Bicampeão da Taça Libertadores da América (1962/1963), entre outras inúmeras  conquistas memoráveis.

Em 1978, já sem a presença do Rei Pelé, o Santos Futebol Clube formou mais um time campeão. Os famosos  Meninos da Vila  - apelido dado devido à juventude dos atletas da equipe - conquistaram brilhantemente o Campeonato Paulista daquele ano. Destacaram-se nessa equipe Juary, Pita e Ailton Lira entre outros.

Mais adiante, o time conquistaria outros títulos importantes, como o Paulista de 1984, o Torneio Rio-São Paulo de 1997 e a Taça Conmebol de 1998.

Quando o clube completou 90 anos, em 2002, a dupla Diego e Robinho  trouxe novamente para os santistas o futebol alegre mesclado com vitórias importantes. Essa dupla, ao lado de Renato, Elano, Alex e Léo, proporcionou ao time da Vila Belmiro a conquista do Campeonato Brasileiro pela sétima vez em sua história. No ano seguinte, com a base mantida, o Peixe chegou aos vice-campeonatos da Libertadores da América e do Campeonato Brasileiro.

No ano de 2004 o Santos tornou-se octacampeão brasileiro com a conquista de mais um campeonato nacional.


 

Atualmente a dupla de sucesso que traz alegria ao torcedor santista é formada por Neymar e Paulo Henrique Ganso. Destaque para “pop star” Neymar, que ajudou o Santos na conquista do Campeonato Paulista 2010, Copa do Brasil 2010 e ainda levou o título do Campeonato Sul-Americano 2011  com a Seleção Brasileira Sub-20.

Agora, o time da Vila Belmiro encontra-se em contagem regressiva para o seu centenário.

O PELEJAS congratula toda a família peixeira por mais um aniversário do “glorioso Alvinegro Praiano”.

Parabéns galera santista!                         

Na história do futebol o Santos é reconhecido como um time sempre voltado para o ataque. Faz parte do seu “DNA” essa busca incessante  pelos  gols, dizem com orgulho  os seus torcedores e admiradores. A prova disso é que o Peixe  colecionou pelejas com placares fantásticos nesses 99 anos de existência. Alguns exemplos:

 

27/07/1918 – Santos  10 x 0 Americana

09/03/1919 – Santos  10 x 0 São Paulo Railway (atual Nacional)

03/05/1927 – Santos  12 x 1 Ypiranga

05/06/1927 – Santos  11 x 2 Barra Funda

03/07/1927 – Santos  11 x 3 Americano

16/09/1928 – Santos  10 x 0 Portuguesa de Desportos

11/09/1958 – Santos  10 x 0 Nacional

19/11/1959 – Santos  12 x 1 Ponte Preta

21/11/1964 – Santos  11 x 0 Botafogo-SP

16/05/1965 – Santos  11 x 1 Grêmio Maringá

14/06/1970 – Santos  10 x 0 Benfica de Hudson

10/03/2010 – Santos  10 x 0 Naviraiense-MS

 

Reveja a última goleada histórica do Santos:


 

DEPOIMENTOS:

 

por: Equipe PELEJAS

em 12/04/2011

Ainda no clima da visita de Patrícia Amorim, Vanderlei Luxemburgo, Ronaldinho e dirigentes à Academia Brasileira de Letras para almoço comemorativo aos 110 anos de nascimento do grande escritor rubro-negro José Lins do Rego, aproveito pra utilizar um dos mais significativos textos escritos sobre a força do Manto Sagrado. E olha que o cara era um tricolor histórico. É uma crônica do "Anjo Pornográfico", Nélson Rodrigues, publicada no Jornal dos Sports.

 

 

O Flamengo de 1911

 

"Corria o ano de 1911. Vejam vocês: — 1911! O bigode do kaiser estava, então, em plena vigência; Mata-Hari, com um seio só, ateava paixões e suicídios; e as mulheres, aqui e alhures, usavam umas ancas imensas e intransportáveis. Aliás, diga-se de passagem: — é impossível não ter uma funda nostalgia dos quadris anteriores à Primeira Grande Guerra. Uma menina de catorze anos para atravessar uma porta tinha que se pôr de perfil. Convenhamos: — grande época! grande época!

 

Pois bem. Foi em 1911, tempo dos cabelos compridos e dos espartilhos, das valsas em primeira audição e do busto uni lateral de Mata-Hari, que nasceu o Flamengo. Em tempo retifico: — nasceu a seção terrestre do Flamengo. De fato, o clube de regatas já existia, já começava a tecer a sua camoniana tradição náutica. Em 1911, aconteceu uma briga no Fluminense. Discute daqui, dali, e é possível que tenha havido tapa, nome feio, o diabo. Conclusão: — cindiu-se o Fluminense e a dissidência, ainda esbravejante, ainda ululante, foi fundar, no Flamengo de regatas, o Flamengo de futebol.

 

Naquele tempo tudo era diferente. Por exemplo: — a torcida tinha uma ênfase, uma grandiloqüência de ópera. E acontecia esta coisa sublime: — quando havia um gol, as mulheres rolavam em ataques. Eis o que empobrece liricamente o futebol atual: — a inexistência do histerismo feminino. Difícil, muito difícil, achar-se uma torcedora histérica. Por sua vez, os homens torciam como espanhóis de anedota. E os jogadores? Ah, os jogadores! A bola tinha uma importância relativa ou nula. Quantas vezes o craque esquecia a pelota e saía em frente, ceifando, dizimando, assassinando canelas, rins, tórax e baços adversários? Hoje, o homem está muito desvirilizado e já não aceita a ferocidade dos velhos tempos. Mas raciocinemos: — em 1911, ninguém bebia um copo d’água sem paixão.

 

Passou-se. E o Flamengo joga, hoje, com a mesma alma de 1911. Admite, é claro, as convenções disciplinares que o futebol moderno exige. Mas o comportamento interior, a gana, a garra, o élan são perfeitamente inatuais. Essa fixação no tempo explica a tremenda força rubro-negra. Note-se: — não se trata de um fenômeno apenas do jogador. Mas do torcedor também. Aliás, time e torcida completam-se numa integração definitiva. O adepto de qualquer outro clube recebe um gol, uma derrota, com uma tristeza maior ou menor, que não afeta as raízes do ser. O torcedor rubro-negro, não. Se entra um gol adversário, ele se crispa, ele arqueja, ele vidra os olhos, ele agoniza, ele sangra como um césar apunhalado.

 

Também é de 1911, da mentalidade anterior à Primeira Grande Guerra, o amor às cores do clube. Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo, a camisa é tudo. Já têm acontecido várias vezes o seguinte: — quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas tremem então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável."

por: Leonni Pissurno - Equipe PELEJAS

em 10/04/2011

 

Roberto Carlos da Silva nasceu no dia 10 de abril de 1973, em uma fazenda de café, em Garça, interior de São Paulo. Seu primeiro presente foi uma bola de futebol e desde então seu nome nunca mais foi o mesmo, principalmente por sua principal característica, o chute forte. Seu primeiro time foi o União São João de Araras, na posição de lateral-esquerdo, e desse mesmo time foi convocado para Seleção Brasileira Sub-20 com apenas 16 anos.

Aos 18 anos foi contratado pelo Palmeiras, onde conquista títulos importantes como os campeonatos Paulista e Brasileiro (1993 e 1994) e duas Bolas de Prata da Revista Placar. Seu nome ficou conhecido e chamou atenção para a Europa. Foi então que em 1995 foi transferido para a Inter de Milão, sendo eleito o melhor lateral-esquerdo do Campeonato Italiano. Logo, o poderoso Real Madrid da Espanha levou Roberto Carlos para brilhar por 11 anos, conquistando grandes títulos: Campeonatos Espanhóis de 1997, 2001, 2003 e 2007 e UEFA Champions League de 1998, 2000 e 2002. No ano de 2007 ele deixa a Espanha para jogar pelo time turco Fenerbahçe, onde foi comandado por Zico.

 

Em 2002 junto a Seleção Brasileira conquistou a Copa do Mundo, e ao longo da carreira na Seleção atuou em 125 jogos e marcou 11 gols, em 14 anos com a camisa amarelinha,  transformando-se no jogador com o maior número de vitórias pela seleção. Roberto Carlos foi escolhido pela FIFA em 1997 o segundo melhor jogador do mundo. Em março de 2004, foi apontado por Pelé como um dos 100 maiores jogadores vivos, na lista denominada FIFA 100.

Roberto Carlos voltou em grande estilo para o Brasil, em 2010, para atuar no Corinthians. Não era o seu time do coração, o Santos, mas foi recebido por mais de 6 mil torcedores do Timão. Atualmente joga no Anzhi Makhachkala, da Rússia.

 

Números e estatísticas de Roberto Carlos

União São João de Araras

Gols: 10

Partidas: 33

Palmeiras

Gols: 17

Partidas: 183

Internazionale de Milão

Gols: 7

Partidas: 34

Real Madrid

Gols: 71

Partidas: 584

Fenerbahçe

Gols: 10

Partidas: 81

Corinthians

Gols: 5

Partidas: 64

Seleção Brasileira

Títulos

Torneio Pré-Olímpico-1996

Bronze nos jogos olímpicos - 1996

Copa América - 1997 e 1999

Copa das Confederações - 1997

Copa do Mundo - 2002

 Números

Partidas: 125

Gols: 11


Veja o gol olímpico de Roberto Carlos pelo Corinthians:

por: Equipe PELEJAS

em 06/04/2011

 

mengo

Podemos dizer que futebol e Pelé são sinônimos eternizados. O rei da bola que conquistou milhares de seguidores por suas jogadas geniais, foi o primeiro jogador a se tornar uma publicidade viva e com a capacidade de realizar 100 partidas por ano. Suas jogadas eram armadas sob o comando de inteligência com movimento.  Pelé não jogou em muitos clubes, mas fez muito nos que esteve.

Mesmo só jogando como jogador profissional no Santos, de 1956 a 1974, e no Cosmos, dos Estados Unidos, de 1975 a 1977, onde encerrou a sua carreira de trajetória brilhante, Pelé também entrou na história do Flamengo. Ao lado de Zico, ídolo da imensa nação rubro-negra, formou uma dupla genial.

Aos 38 anos, no dia 6 de abril de 1979, Pelé vestiu a camisa 10 que era do companheiro Zico, que passou a vestir a 9 e não desapontou  a torcida fazendo 3 gols num jogo histórico para a maior torcida do Brasil. A peleja foi contra o Atlético Mineiro, no Maracanã, o Flamengo venceu por 5 x 1, no jogo que marcou a vida de quem estava presente. Sem gols, mas com jogadas e tabelas magníficas, Pelé transformou o sonho em realidade para milhares de flamenguistas nos 45 minutos em que vestiu o manto sagrado do Flamengo.

A renda do jogo foi destinada às vítimas das enchentes que havia ocorrido em Minas Gerais.


Ficha técnica da partida:

Placar do jogo: Flamengo 5 x 1 Atlético MG

Local: Estádio do Maracanã - Rio de Janeiro

Data: 6 de abril de 1979

Público: 139 953 pagantes

Flamengo:
Cantarelli, Toninho, Rondinelli (Nélson), Manguito, Júnior, Andrade, Carpeggiani (Ramírez), Zico (Cláudio Adão), Tita, Pelé (Luizinho),  Júlio César (Reinaldo).  Técnico: Cláudio Coutinho

Atlético MG:
João Leite, Alves, Osmar, Luizinho, Hilton Brunis, Toninho Cerezo, Marcelo (Carlinhos), Paulo Isidoro, Serginho (Pedrinho), Dario, Ziza (Vilmar). Técnico: Procópio Cardoso

Gols:
Marcelo (Atlético MG), Zico (3), Luizinho e Cláudio Adão.

 

Vídeo da partida:

por: Equipe Pelejas/Ap1 !

em 03/04/2011

Hoje é aniversário de  Ademir da Guia, maior ídolo da história do Palmeiras, onde foi titular absoluto por quase dezessete anos. É considerado um dos melhores jogadores do futebol brasileiro de todos os tempos. Pela classe com que jogava herdou o apelido de seu pai, Domingos da Guia, um dos maiores zagueiros do futebol mundial em todos os tempos, e passou a ser chamado de "Divino".

Nasceu no Rio de Janeiro, em 3 de abril de 1942.

 

Alto e esguio, Ademir chegou a jogar como centroavante no início da carreira, mas sempre preferiu o meio-de-campo. Chegou em São Paulo em 1961 contratado junto ao Bangu-RJ, clube que o revelou para o futebol.


 

 

No seu DNA de craque, além da influência do seu pai famoso, encontramos a do seu tio, Ladislau da Guia, o maior artilheiro da história do Bangu, com 215 gols.

Formou o famoso meio-de-campo Dudu & Ademir, base das duas Academias do Palmeiras nas décadas de 1960 e 1970.

 Dudu e Ademir


 

A Academia da década de 1970: Eurico, Leão, Dudu, Luís Pereira, Alfredo, Zeca, Edu, Leivinha, César, ADEMIR DA GUIA e Nei.

 

Ademir é tido como um dos craques mais injustiçados da história do futebol brasileiro, pois durante toda a sua brilhante e longa carreira, foi convocado apenas 14 vezes para a Seleção, e disputou apenas uma partida de  Copa do Mundo, em 1974, quando o Brasil já estava desclassificado, na disputa pelo 3º lugar contra a Polônia. Sobre isso o ex-jogador Sócrates declarou: “Ele foi o maior dos injustiçados.”

Parabéns Divino Ademir da Guia. Feliz aniversário.

Obrigado. Quem agradece é o futebol.

 

Algumas frase sobre Ademir da Guia:

“Nome, sobrenome e futebol de craque.” (Armando Nogueira)

"A gente brincava de 'bobinho' nos treinos e tentava fazer o Ademir ir para o meio. Todo mundo tocava para ele com efeito, mas não tinha jeito. Do jeito que a bola viesse ele dominava. Eu não me lembro de uma única vez em que o Ademir tenha ido para o meio da roda."  (Leivinha, ex-jogador, jogou com Ademir no Palmeiras)

"O preço que vocês pagaram, não é o que vale só uma das pernas dele!" (Freitas Solich, técnico do Flamengo, em 1961, dirigindo-se a um dos diretores do Palmeiras, que acabara de comprar Ademir da Guia do Bangu)

 

"Sem Ademir da Guia o Palmeiras é menos Palmeiras." (Rubens Minelli, técnico)

Divino pela própria natureza.” (Raul Prates)

Divino!” (Djalma Santos)

 

A arte e Ademir da Guia:

- Poema “Ademir da Guia” de João Cabral de Melo Neto, Publicado no livro Museu deTudo (1975).que sintetiza o futebol do Divino:

Ademir impõe com seu jogo
O ritmo do chumbo (e o peso)
Da lesma, da câmara lenta,
Do homem dentro do pesadelo
Ritmo líquido se infiltrando
No adversário, grosso, de dentro,
Impondo-lhe o que ele deseja,
Mandando nele,
Apodrecendo-o
Ritmo morno, de andar na areia,
De água doente de alagados,
Entorpecendo e então atando
O mais irrequieto adversário

 

- Filho do Divino

(Música composta por Arnaud Rodrigues e gravada por Moacyr Franco)

Ouça em Real Player:   

 

Obrigado Domingos
Pois que deste ao mundo
Um filho Divino
Dez de ouro de lei
Do quilate mais fino
E assim quis o destino
Que as passadas do pai
O filho fosse o seguidor
Na passada sublime
Seus cabelos de fogo
São fios de vime
Ele é filho do mestre
Do monstro de um time
Que o mundo define
Os verdes campos mundiais
Entre urros e gritos
Humilde rei
E seu nome entre os mitos
Eu cantarei
Força nos pulmões
Vibrem corações
Torçam com os passes
Deste Mágico Divino
Igual ao pai
Porque hoje é domingo
Ele faz o que fez
Em mil outros domingos
Ele pisa na grama
E ela fica sorrindo
E um gol explodindo
Obrigado Domingos
Por nos dar um novo guia.

 

- Livro biográfico “Divino: a vida e a arte de Ademir da Guia” de Kleber Mazziero de Souza, lançado em 2001.

- “Um craque chamado Divino”, filme-documentário lançado em 2006, escrito por Penna Filho e Cláudio Schuster e dirigido por Penna Filho.

- Em 1º. de setembro de 1986 Ademir ganha um busto no estádio Palestra Itália, homenageando o maior camisa 10 da história do clube.


 


 

Números:

Jogos realizados pelo Palmeiras: 900 (recordista)
Vitórias: 511
Empates: 231
Derrotas: 158

153 gols marcados pelo Palmeiras (3º. maior artilheiro da história alviverde)

12 partidas pela seleção

 

Títulos conquistados pelo Divino:

* Campeonato Paulista: 1963, 1966, 1972, 1974 e 1976.
* Torneio Rio-São Paulo: 1965.
* Torneio IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro: 1965.
* Taça Brasil: 1967.
* Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 1967 e 1969.
* Troféu Ramón de Carranza (Espanha): 1969, 1974 e 1975.
* Torneio Laudo Natel: 1972.
* Torneio Mar del Plata (Argentina): 1972.
* Campeonato Brasileiro: 1972 e 1973.

 

Veja alguns gols de Ademir da Guia:


por: Ailton Moraes

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