Blog PELEJAS
em 04/01/2012

Marcos Roberto Silveira Reis, ou Marcão, ou São Marcos, muralha alviverde digna de Oberdan Catani, Valdir Joaquim de Moraes, Leão e Zetti.
Nasceu no dia 4 de agosto de 1973, em Oriente, cidade do interior de São Paulo.

Dentro da rica constelação de craques palmeirenses, ao lado do Divino Ademir da Guia, Marcos é considerado por muitos como o maior ídolo.

Títulos pelo Palmeiras:

Copa Libertadores da América: 1999
Campeonato Brasileiro:1993 e 1994
Torneio Rio-São Paulo: 1993 e 2000
Campeonato Paulista: 1993, 1994, 1996 e 2008
Copa Mercosul: 1998
Copa do Brasil: 1998
Copa dos Campeões: 2000
Torneio Lev Yashin (Rússia): 1994
Copa Euro-América: 1996
Taça Maria Quitéria: 1997
Copa Naranja (Espanha): 1997
Taça Governador de Goiás: 1997
Campeonato Brasileiro Série B: 2003

Títulos pela Seleção Brasileira:

Copa América: 1999
Copa do Mundo: 2002 (titular em todos os jogos)
Copa das Confederações: 2005

Premiações:

Melhor Jogador da Copa Libertadores da América - 1999
Revelação da Copa Libertadores da América - 1999
Melhor Goleiro do Campeonato Paulista - 1999
Melhor jogador da final da Copa Libertadores da América -1999
Melhor goleiro da Copa Libertadores da América - 1999
Primeiro goleiro a ser eleito melhor jogador de uma edição da Libertadores (Recorde)
Único jogador da Seleção Brasileira a não ser substituído na Copa do Mundo de 2002 (Recorde)
Eleito o quarto melhor goleiro do mundo - 2002
Terceiro melhor goleiro da Copa do Mundo 2002
Prêmio Craque do Brasileirão 2008: Terceiro melhor Goleiro
Vencedor do confronto "Quem é o melhor?",realizado pela TV Globo no programa - "Esporte Espetacular", ganhando de Rogério Ceni, com 66% dos votos - 2009
Prêmio Craque do Brasileirão 2009: Segundo melhor Goleiro
Foi eleito um dos três maiores ídolos da história do Palmeiras.

Obrigado, Marcão! Seja feliz!

Os palmeirenses e todos os brasileiros amantes do bom futebol agradecem.

por: Equipe PELEJAS

em 26/08/2011

Hoje a Sociedade Esportiva Palmeiras faz aniversário de 97 anos de fundação. Os palmeirenses espalhados pelo mundo, com muito orgulho, dirão que o Campeão do Século XX completa mais um ano de vida. Mas por que o Palmeiras é considerado o Campeão do Século XX?

Isso se deve aos vários rankings de conquistas que colocavam o Alviverde em primeiro lugar  no final do ano 2000, quando o Século XX se encerrava.

Rankings onde o Palmeiras aparecia em 1o. lugar, em dezembro de 2000:

- Revista Placar

- Jornal Folha de São Paulo

- Jornal O Estado de São Paulo

- Federação Paulista de Futebol

- Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS)

Vale lembrar que todos esses rankings adotavam critérios de pontuação diferentes, e em todos o Palmeiras aparecia, entre as equipes brasileiras, em primeiro lugar. Daí vem o orgulho dos palmeirenses em afirmar que torcem para o Campeão do Século XX.

Alguns, entre vários, dos títulos conquistados pelo Verdão no Século XX:

- Copa Rio 1951 (Torneio Mundial)

- 1 Libertadores da América - 1999

- 1 Copa Mercosul - 1998

- 8 Campeonatos Brasileiros (unificados em 2010)

- 1 Copa do Brasil 1998

- 5 Torneios Rio - São Paulo

- 1 Copa dos Campeões

- 21 Campeonatos Paulistas

Outros fatos que enchem de orgulho a nação palmeirense:

- o Palmeiras é o único time que tem pelo menos 1 título dos campeonatos disputados no Brasil no Século XX.

- o Palmeiras é o único time do Brasil que teve pelo menos 1 jogador seu nas 5 conquistas de Copas do Mundo do Brasil.

- toda a delegação do Palmeiras (time titular, reservas e comissão técnica) vestiu o uniforme da Seleção Brasileira em 1 jogo, disputado no Mineirão, em 7 de setembro de 1965, com a vitória da Seleção/Palmeiras por 3x0 (foto abaixo)

- o Palmeiras, juntamente com o Botafogo do Rio de Janeiro,  fazia frente ao grande Santos de Pelé na década de 1960, conquistando inclusive, 7 títulos importantes nesse período.

- em 1996 o Palmeiras realizou a melhor campanha de um time dentro de um Campeonato Paulista em sua era profissional.

- o Palmeiras, em confrontos diretos com as principais equipes do futebol brasileiro, sempre levou vantagem , exceto, mais recentemente, com Internacional de Porto Alegre e São Paulo Futebol Clube.

- a torcida palmeirense sempre esteve entre as 5 maiores do Brasil. Atualmente é a 4a. maior torcida, segundo as últimas pesquisas do Data Folha e Ibope.

Sendo assim só resta para nós, a Equipe do Pelejas, desejar um feliz aniversário para o Campeão do Século XX, a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Vida longa Palmeiras, potência do futebol brasileiro!

por: Equipe Pelejas

em 04/08/2011

Marcos Roberto Silveira Reis, ou Marcão, ou São Marcos, muralha alviverde digna de Oberdan Catani, Valdir Joaquim de Moraes, Leão e Zetti.
Nasceu no dia 4 de agosto de 1973, em Oriente, cidade do interior de São Paulo.

Dentro da rica constelação de craques palmeirenses, ao lado do Divino Ademir da Guia, Marcos é considerado por muitos como o maior ídolo.


Jogos pelo Palmeiras: 520 (sétimo jogador a disputar mais partidas pelo Palmeiras em toda a história)

Vitórias: 253
Empates: 139
Derrotas: 128

Jogos pela Seleção Brasileira: 27

Vitórias: 18
Empates: 2
Derrotas: 7

Títulos pelo Palmeiras:

Copa Libertadores da América: 1999
Campeonato Brasileiro:1993 e 1994
Torneio Rio-São Paulo: 1993 e 2000
Campeonato Paulista: 1993, 1994, 1996 e 2008
Copa Mercosul: 1998
Copa do Brasil: 1998
Copa dos Campeões: 2000
Torneio Lev Yashin (Rússia): 1994
Copa Euro-América: 1996
Taça Maria Quitéria: 1997
Copa Naranja (Espanha): 1997
Taça Governador de Goiás: 1997
Campeonato Brasileiro Série B: 2003

Títulos pela Seleção Brasileira:

Copa América: 1999
Copa do Mundo: 2002 (titular em todos os jogos)
Copa das Confederações: 2005

Premiações:

Melhor Jogador da Copa Libertadores da América - 1999
Revelação da Copa Libertadores da América - 1999
Melhor Goleiro do Campeonato Paulista - 1999
Melhor jogador da final da Copa Libertadores da América -1999
Melhor goleiro da Copa Libertadores da América - 1999
Primeiro goleiro a ser eleito melhor jogador de uma edição da Libertadores (Recorde)
Único jogador da Seleção Brasileira a não ser substituído na Copa do Mundo de 2002 (Recorde)
Eleito o quarto melhor goleiro do mundo - 2002
Terceiro melhor goleiro da Copa do Mundo 2002
Prêmio Craque do Brasileirão 2008: Terceiro melhor Goleiro
Vencedor do confronto "Quem é o melhor?",realizado pela TV Globo no programa - "Esporte Espetacular", ganhando de Rogério Ceni, com 66% dos votos - 2009
Prêmio Craque do Brasileirão 2009: Segundo melhor Goleiro
Foi eleito um dos três maiores ídolos da história do Palmeiras.

Parabéns Marcos, vida longa ao ídolo dos palmeirenses e de todos os brasileiros amantes do bom futebol.

 

por: Equipe Pelejas

em 13/05/2011


Era 13 de maio de 1959. O Maracanã com mais de 100 mil torcedores reservava a maior vaia de todos os tempos. O público estava ansioso com a primeira apresentação da Seleção Brasileira no país depois da conquista de seu primeiro título mundial. E ainda era preciso tirar a invencibilidade da Inglaterra. A injustiça perante olhares brasileiros, a inconformada ausência do “Anjo de Pernas Tortas", promoveria um palco de vaias que se transformariam em aplausos e notícia de capa de jornal no dia seguinte. Começava ali a lenda do vilão que virou mocinho, Júlio Botelho conhecido como Julinho, o substituto de nada mais nada menos que Mané Garrincha no amistoso entre Brasil e Inglaterra.

Se não fosse talvez um tropeço nas escadas que davam acesso ao gramado, tirando-lhe a atenção do que estava ocorrendo, Julinho teria desistido ali mesmo. A sua própria nação, seu berço de ouro, a torcida brasileira o recebia com muitas vaias, não era para ser ele o titular e sim Garrincha, o maior driblador da história do futebol. Julinho não poderia ficar em pé olhando para a gigantesca onda formada no Maracanã que reprovava sua entrada. 

Nem parecia Brasil x Inglaterra. De fato, era Julinho x Maracanã. Julinho precisava calar a torcida, fazer exatamente aquilo que seu companheiro Nilton Santos lhe disse: "Vai lá e faz eles engolirem essa vaia". Talvez tivesse fechado os olhos e feito o pedido “Daí-me forças”. Julinho se sentiu forte, era o momento de deixar o Maracanã em silêncio.

Ironia ou não, 5 minutos foi o bastante para Julinho, o vilão da noite, ser reverenciado como rei. Goooollllll!!!! O locutor e a torcida gritavam em pulos e não acreditando na injustiça cometida. Sim, era o primeiro gol do amistoso. Uma jogada de ponta direita, Julinho aproveitou e marcou o primeiro para o Brasil. Para a torcida, milagre do futebol tinha nome e se chamava Julinho. 10 minutos depois, o craque fez o passe do gol para Henrique marcar o segundo na vitória brasileira sobre a Inglaterra. Júlio 2 x 0 Maracanã. O Jornal Inglês, na manhã seguinte ao fato, estampava em suas páginas a seguinte manchete “O Brasil agora tem dois Garrinchas".  Como já era esperada, a humildade em pessoa e jogador que era, falou mais alto “o povo apenas queria ver Garrincha jogar’’, respondeu Julinho sem se queixar das impiedosas vaias.

A pergunta final seria por que os brasileiros haviam “perdido a memória” e não recordavam quem era Julinho? Por que Julinho precisou relembrar o futebol que tinha nos pés e provar que estava preparado para ser titular no lugar de Garrincha? Realmente ele não poderia ter sido esquecido. Esse brilhante jogador que nasceu no dia 29 de julho de 1929 surgiu no Juventus em 1951, jogou na Portuguesa de Desportos de 1951 a 1955, mais tarde transferiu-se para Fiorentina, se tornou ídolo na Toscana até hoje, onde jogou de 1955 a 1959. Com saudades de casa, do seu verdadeiro país, Julinho voltou ao Brasil para jogar pelo Palmeiras a tempo de ser campeão paulista em 1959, batendo o Santos de Pelé. Ficou no alviverde até o encerramento de sua carreira, em 1967. No Palmeiras atingiu as marcas de 268 partidas e 81 gols.

Ele foi sem dúvida um dos maiores pontas da história do futebol brasileiro. Em sua única aparição em Copa do Mundo, em 1954, foi considerado pela imprensa mundial daquela época um dos melhores jogadores da Copa. Em 1966 foi premiado como o melhor jogador  da história da Fiorentina.

Como esquecê-lo? Julinho não foi apenas um homem de bigode e um tipo sério. Foi o injustiçado do campo de futebol. Embora seja lembrado por esse dia, ele deve ser lembrado como um ícone do futebol brasileiro. Vítima de ataque cardíaco, nosso herói morreu aos 73 anos em 2003. Mas ao longo de seus dias deixou claro que não esqueceu esse momento histórico vivido no Maracanã.

“Sempre as escuto. Cheguei a ter medo no vestiário. Chorei. No Hino, mal conseguia ver porque as lágrimas me deixavam cego”.

Pesquise sobre Julinho no PELEJAS: http://bit.ly/eD3H5U

Veja a matéria sobre esse jogo no "Loucos Por Futebol-ESPN Brasil":

 

por: Equipe PELEJAS

em 27/04/2011

No dia 27 de abril de 1940, com a presença do então presidente da República, Getúlio Vargas, do interventor, Adhemar de Barros e do prefeito Prestes Maia foi inaugurado o Estádio Municipal de São Paulo, o Pacaembu. Mais tarde, em 1961, ganhou o nome de Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, em homenagem ao homem que comandou, em 1958, a delegação brasileira no mundial de futebol na Suécia.


Na época era considerado o maior e mais moderno estádio da América do sul, com capacidade para 70 mil pessoas. Depois de passar por uma ampliação de mais 15 mil novos lugares, cedeu espaço também para apresentações culturais. O Pacaembu é considerado um dos estádios mais completos, com instalações para a prática de quase todos os esportes olímpicos: futebol, natação, boxe, vôlei, basquete, handebol, futebol de salão, tênis e atletismo, além de sediar apresentações coletivas de ginástica e dança. 

O primeiro jogo a ser realizado no Pacaembu foi entre Palmeiras, na época Palestra Itália, e o Coritiba, em 28 de abril de 1940, que terminou com vitória palestrina por 6 a 2. Em seguida jogaram as equipes do Corinthians e do Atlético Mineiro, em partidas válidas pela Taça Cidade de São Paulo. O primeiro campeão no Pacaembu foi o Palestra Itália, que venceu a Taça Cidade de São Paulo ao derrotar o Corinthians por 2 a 1, em 5 de maio de 1940. O Pacaembu logo tornou-se o principal palco esportivo da cidade de São Paulo a sediar grandes jogos do Campeonato Paulista e outros eventos, tais como os Jogos Pan-Americanos de 1963. A maior goleada vista no estádio aconteceu em 1945, quando o São Paulo Futebol Clube venceu o Jabaquara da cidade de Santos por 12 x 1.


 A torcida corintiana considera o Pacaembu como sua casa, sendo o Corinthians o time que mais atuou no estádio, superando o seu arquirival Palmeiras. Na história o clube alvinegro realizou 1620 partidas nesse estádio. Obteve 914 vitórias, 387 empates e 319 derrotas. O Pacaembu ainda foi palco da Copa de 1950, sediando a peleja entre Brasil x Suíça, que terminou empatada em 2 a 2, além de ter sido o estádio a sediar a última partida de Pelé pela Seleção Brasileira de Masters, em 1987.

 

A história do Pacaembu através de depoimentos:

(Elaborado para o aniversário de 70 anos do estádio, em 2010)

por: Equipe PELEJAS

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